"Em São Paulo, no final da tarde quando estava chegando na filial da empresa, tinha um táxi andando pela direita, uma pessoa no ponto do ônibus deu com a mão pra ele parar, na hora que ele parou, quem deu com a mão puxou uma arma para assaltá-lo, ai eu quase passei por cima do assaltante, mas não deixei ele assaltar.
Podia ser um parente meu, uma pessoa que tava trabalhando o dia inteiro. Só que no dia seguinte, o taxista retornou e agradeceu o motorista que tinha evitado o assalto, porque ele estava trabalhando o dia inteiro e estava voltando pra casa.
Na hora era o que eu tinha que fazer, não como herói. Essa é uma história verídica."
Luis Carlos Pereira Brito - 43 anos.
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